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14|04|2016

Na ponta do lápis: Conheça os custos de estudar nos EUA, UK e Alemanha

A ideia de estudar no exterior tem se popularizado cada vez mais entre estudantes secundaristas e graduados, principalmente para países que incentivam a pluralidade cultural e a troca de conhecimentos.

Muitos acabam ficando por lá, outros tornam-se empreendedores e, entre os profissionais que retornam ao Brasil, tornam-se profissionais mais competitivos, com vivência e bagagem acadêmica internacional, além de um networking vasto. Basicamente, tudo o que as empresas brasileiras procuram na equipe.

E, assim como preparar-se para o Enem requer um planejamento prévio e muita dedicação, candidatar-se para universidades estrangeiras requer muita disciplina e disposição para concorrer a vagas cobiçadas por estudantes do mundo inteiro e adequar-se às exigências de cada país.

Listamos os principais países que oferecem ampla concorrência para estrangeiros e criam condições para atrair talentos para suas universidades. Colocamos na ponta do lápis os gastos que um estudante brasileiro tem no exterior e as possibilidades de bolsas, confira:

EUA

O custo de uma universidade americana, a cotação astronômica do dólar somados à falta de fluência no inglês e de informação fazem muito estrangeiro achar que estudar nos Estados Unidos está fora de cogitação. Não é bem assim, mas os secundaristas que queiram se candidatar à uma universidade nos EUA precisam se preparar alguns anos antes de concluir o ensino médio no Brasil. É preciso traduzir histórico escolar e outros documentos exigidos pela universidade, preparar-se para o Scholastic Assessment Test (SAT) que é uma espécie de Enem, preparar-se para o exame de proficiência de inglês – como Cambridge English e preencher o currículo acadêmico com atividades extracurriculares. Confira a data dos exames em Fortaleza aqui.

O visto de estudante não tem custo – como explica a embaixada americana e não permite que o estrangeiro trabalhe nos EUA, mas o país tem uma política de incentivo para estrangeiros com bolsas parciais e integrais, do contrário, os custos são esses:

  • - Seguro-saúde não é obrigatório
  • -  Tradução de documentos pessoais
  • -  Visto de estudante não tem custo
  • -  Exame SAT: R$ 54
  • -  Exame de proficiência em inglês
  • -  R$ 2.000 Passagens aéreas (se voltar ao Brasil nas férias todos os anos)
  • -  Custo anual de cerca de 65 mil dólares incluindo os custos com o curso e moradia.
  • -  Orientações para estudar no país: www.studyusa.com e www.educationusa.org.br.org.br

Alemanha

Fazer uma pós-graduação na Alemanha é bem menos burocrático do que eu imaginava. Existem cursos em inglês e que não exigem comprovação do alemão e há uma política de incentivo aos estudos no país. Descontos, isenções de taxas e uma série de benefícios, inclusive há uma onda de estudantes americanos que optaram por migrar para a Alemanha durante a faculdade, atraídos pela qualidade do ensino e custos bem mais baixos que nos EUA.

Por outro lado, estrangeiros que concluíram o ensino médio fora da Alemanha não podem se candidatar com a mesma facilidade que um estudante graduado. É preciso fazer um ano de estudos complementares ao ensino médio alemão (Studienkolleg) e realizar uma espécie de Enem conhecido como Feststellungsprüfung, ou simplesmente: FSP.

Na Alemanha, o visto de estudante pode ser tirado direto na Alemanha, conforme a orientação do consulado neste link. Neste blog está o passo a passo, assim que chegar na Alemanha. O visto tem um custo simbólico e sem o documento, o estudante não consegue abrir conta no banco. Confira os demais custos para fazer uma pós-graduação no país:

  • - Visto de estudante 60 euros
  • - Depósito de 8 mil euros em conta bloqueada, entenda mais aqui
  • - Custo anual de seguro-saúde internacional, obrigatório na União Europeia: R$ 4.000
  • - Passagens aéreas R$ 3.000
  • - Custo de vida mensal em república, cerca de 800 euros
  • - Custo semestral com matrícula e transporte público 170 euros
  • - Muitos cursos de mestrado não exigem o idioma alemão, apenas inglês
  • Orientações para estudar no país
  • - Descontos: transporte público, eventos culturais, cinemas, teatros, assinatura de jornais e revistas.
  • Proficiência em alemão TestDaf 130 euros
  • - Tradução juramentada de documentos pessoais

UK

A Inglaterra é o destino mais caro para o estudante brasileiro ir e se manter sem bolsas de estudos, por outro lado é o processo mais simples de candidatura: a universidade aceita o aluno avaliando o histórico escolar, via UCAS, que é uma organização responsável pelas candidaturas no Reino Unido. Dependendo da área de graduação como Engenharia, Medicina e Artes é obrigatório ter feito Foundation Course, uma espécie de curso preparatório obrigatório. Para pós-graduação há mais bolsas de estudos e o processo é similar à graduação, como o exemplo dessa universidade aqui.

O estudante precisa se candidatar às universidades inglesas e, ao solicitar o visto ele deve comprovar renda mensal de mil libras se morar em Londres ou 800 libras se morar fora do centro de Londres.

Apesar dos altos custos de manutenção em UK, o estudante tem várias vantagens como desconto de 30% no transporte público, pode aproveitar os eventos culturais gratuitos no Free London (não é exclusivo para estudantes) e, se tiver visto para estudante universitário (visto como estudante de inglês não vale), ele pode trabalhar até 20h semanais e complementar a renda durante a estadia no país, pois os custos são esses:

Para obter mais informações sobre os exames de proficiência obrigatórios, entre em contato conosco. Você também pode acessar a agenda dos próximos exames em Fortaleza – CE neste link.

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