Você que já está planejando as férias com algum curso de verão em outro paÃs já pensou como vai fazer para contar as novidades para os familiares e amigos?

Graças à s facilidades das redes sociais é possÃvel manter todos que interessam – ou se interessam – atualizados praticamente em tempo real, mas há quem prefira ou só fique satisfeito escutando as boas novas verbalmente. Para quem viaja com frequência ou está planejando alguma viagem, selecionamos dicas das Revistas Veja e Proteste com itens que merecem atenção sobre ligações internacionais.
1) Cuidado ao receber chamada no seu celular em um paÃs estrangeiro. Atendê-la pode ser até mais caro do que fazê-la.
2) A dica para economizar é utilizar torpedos. A maioria das operadoras não cobra por torpedo recebido e o custo de envio é muito mais barato.  Na Claro, por exemplo, sai a US$0,60 por torpedo; na Oi, a R$1,12; na Vivo, a R$0,90 e na Tim, o preço varia entre US$ 0,79 e US$ 1,09.
De lá para cá
A facilidade de cadastrar seu número para receber e fazer ligações internacionais também é uma comodidade e um perigo. Além das tarifas de valor elevado, você paga o adicional de roaming – que é a taxa de deslocamento (tradução livre) – que vai fazer com que cada minuto de ligação custe de R$ 1,19 a R$ 4,84, dependendo da operadora e do paÃs.
Se é cliente Vivo e deseja utilizar sua linha nos EUA, por exemplo, a operadora cobra US$ 3,29 por minuto de ligação e mais R$ 0,90 por minuto de roaming. Já ligações recebidas saem por US$ 1,29 por minuto mais R$0,90 pelo minuto de roaming.
Melhores tarifas do Brasil para o mundo
Segundo pesquisa divulgada pela Proteste, o plano PaÃs Amigo 23 se mostrou a melhor opção para ligações a partir de qualquer estado brasileiro ou Distrito Federal para Bélgica, Itália, França, Portugal, Austrália e Japão. Já para o Chile e Estados Unidos, o melhor é o Américas 21.
Os valores informados aqui servem apenas como base. Recomendamos acessar o site www.proteste.org.br/simulador/ddi para fazer simulações com um destino especÃfico.
Com informações da Revista Proteste Ano X, nº 101, 2011 e Revista Veja edição de dez/2010.
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